quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Reflexões: em busca de um Solilóquio.

A vida e o mar...

Quando sento diante do mar, sinto seu cheiro, sou tocada pelo vento, reencontro com o que há de mais íntimo do meu ser.Transporto-me para um mergulho indescritível.Consigo parar, respirar de tal forma a encher meus pulmões naõ de ar, mas de vida.
Assim avalio toda a minha tragetória, principalmente as conquistas, as aprendizagens de situações que normalmente foram desafiadoras, angustiantes, problemáticas e nas lições que foram extraídas.
Lições...Esse é o verdadeiro sentido de cada dia vivido.
Sentir o mar eleva a minha alma e descarta todos os pesos existentes em meu ser.
Nesse encontro percebo minhas fragilidades e nele o desejo de encontrar o caminho de superá-las.
Consigo visualizar cada personagem que compõe minha história, remetendo às situações difíceis e grandiosas para o meu crscimento pessoal e espiritual.
Acredito que antes de tudo somos essência, portanto no cotidiano procuro avaliar o valor de cada ocasião vivenciada.
O meu trabalho é um grande laboratório, não de experiências objetivas, mas de compreensão interior.Desenvolvo constantemente a capacidade de me colocar no lugar dos outros tendo uma postura de incentivo e confiança para com meus colegas.
Ah!E como eu gosto do que faço!Com alegria deixando de forma escancarada toda minha satisfação de trabalhar com a modalidade de ensino infantil.
Essa satisfação é algo alicerçado em uma base familiar que me dá fortalece, encoraja, desafia-me.
Sou movida por desafios, apesar de ter alguns medos; medo de quando dedicam grandes expectativas acerca da minha pessoa e minhas habilidades, contudo hesito e sigo em frente.
O que me deixa muito feliz é levar a paz e autoconfiança por onde estiver...Isso me realiza, possibilitar aos outros a construção de uma identidade confiante.
Vejo a vida como o mar com idas e vindas, com marés altas e baixas, assim é meu dia-a-dia cheio de altos e baixo, de diversos momento atribulados, dias desafiadores intrigantes e constantemente busco respostas para sacear as minhas inquietudes.
Percebo-me nos momentos de fortes impactos emocionais me manter equilibrada para solucioná-los.
Analogicamente o mar e vida se assemelham com seu vai e vem, oras em alta oras em baixa, oras em fúria oras em calmaria e nestas idas e vindas me vejo a soliloquiar diáriamente numa busca infinita de extrair minhas respostas sobre o meu viver.

Taciane Passos Castro
Plataforma Freire

Refletindo

Eu estava sentada em frente a bela paisagem do Rio São
Francisco.Respirava o ar fresco da brisa e contemplava com satisfação
as águas do Velho e belo Chico, a ponte com o seu vai e vem de veículos
e na outra margem do Rio os belos edifícios que encontram com o azul do
céu. Sem que eu perceba estou envolvida nos meus pensamentos que chegam de
mansinho, o pôr do sol, evidenciando que a noite estava por vir.
Como a natureza é bela e sábia! E que com tantos afazeres no dia a
dia isto às vezes passo despercebido .
Mais ou menos como um filme, comecei a fazer uma retrospectiva da
minha vida.
Será que cada dia que passa haverá mesmo menos dias para tantas
coisas que desejo realizar?
Fico me questionando durante os módulos da Plataforma , se
conseguirei chegar até o fim, pois em alguns momentos sinto-me
assoberbada de tantos afazeres a serem cumpridos.
Haverá de ser útil tudo isto para a minha vida profissional e
pessoal? Acredito eu que todo esforço que venho realizando será de
recompensa no futuro.
E o cansaço? Será que realmente tem dificultado o desempenho das
minhas atividades?
Finalmente, acredito e sonho que certamente cada amanhecer será
mesmo uma nova oportunidade para mostrar para eu mesma que posso criar,
recriar e lutar pelos objetivos que desejo alcançar.
Envolvida com tantos pensamentos e questionamentos eu vejo que tudo
depende das oportunidades que venham surgindo no meu caminho e da
persistência que tenho de mantê-la viva para alcançar meus sonhos e
consequentemente torná-los realidade.

Célia Maria Campos Santos
Plataforma Freire -UNEB/DCH III

Rio São Francisco


A imagem mostrada é de um homem triste sentado em um banco à beira de um rio ou mar que está pensando em ver na sua frente um imenso rio com a imensidão de água azul com tanta poluição.
Ao sair da faculdade e passa pela orla vê que o rio são Francisco está morrendo com descaso e falta de consciência dos moradores ribeirinhos, pois não sabem que o rio pode seca se continuar jogando garrafas pet, esgotos e outros resíduos. Sempre falam de revitalizar e nada acontece. Por quê? As pessoas não cuidam mais das nossas ilhas. Se continuarem com tanta destruição as ilha e pontos turísticos vão desaparecem da nossa região.
Como pode? Deixar que se acabasse um ponto tão importante da cidade. Voltando para cidade percebo as praças depredadas cheias de lixo, posso sentir que as pessoas não têm compromisso com a cidade onde seus filhos e netos moram. Sinto ver um patrimônio ser depredado como a estação de trem que está sem algumas portas, e paredes quebradas, eu gostaria que ali fosse um ponto turístico de Juazeiro, ainda acredito que antes de ser totalmente destruída alguém apareça e salve a dos destruidores.


Ana Maria dos Santos
Plataforma Freire

3 comentários:

Felicia disse...

O texto de Ana Maria sobre o Rio São Francisco,aborda muito bem sobre a atitude da população com um bem tão precioso para os moradores da região,da falta de concientização das próprias pessoas que vivem ali e que não cuidam dessa riqueza que se continuar do jeito que o povo está agindo o Rio irá se acabar aos poucos até não existir mais.

Unknown disse...

amiga,concordo com vc mas fico feliz pelo comentario critico e consciente que mostra o que vc é forte e guerreira,mas vamos crer que um dia vai mudar afinal de contas estamos na sala de aula conscientizando nossos aluno para isso,eles serao o resultado que farao a diferença!! abraço

goretti disse...

Tacy, o importante não é o obstáculo,o importante é a força que você transmite as pessoas e eu creio que é sua “meta: a gente busca caminho: a gente acha desafio: a gente inventa saudade: agente mata sonho: a gente realiza”.