terça-feira, 19 de julho de 2011




ÀS VEZES, DE MANHÃ


Às vezes, de manhã.
Meu coração se enche de dor
Quando não vejo meu grande amor
Às vezes, de manhã.

Às vezes, de manhã.
Acordo leve como uma flor
Que em segredo se aflora o meu eterno amor
Às vezes, de manhã.

Às vezes, de manhã.
Quando vejo o amanhecer
Penso em você sem querer
Às vezes, de manhã.

Às vezes, de manhã.
Sinto-me nua
Andando sem você pelas ruas
Às vezes, de manhã.


PETROLINA, 18 DE JULHO DE 2011
PRISCILA IRIS DE CASTRO
TECNÓLOGO EM HORTICULTURA-TH11
IF- INSTITUTO FEDERAL DO SERTÃO PERNAMBUCANO –
CAMPUS ZONA RURAL


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