terça-feira, 16 de agosto de 2011


ÀS VEZES, DE MANHÃ.

Às vezes, de manhã.
Meu coração se enche de dor
Quando não vejo meu grande amor
Às vezes, de manhã.

Às vezes, de manhã.
Acordo leve como uma flor
Que em segredo se aflora o meu eterno amor
Às vezes, de manhã.

Às vezes, de manhã.
Quando vejo o amanhecer
Penso em você sem querer
Às vezes, de manhã.

Às vezes, de manhã.
Sinto-me nua
Andando sem você pelas ruas
Às vezes, de manhã.

PRISCILA IRIS DE CASTRO - TH11


AS VEZES AO AMANHECER DO DIA

Às vezes ao amanhecer do dia
minha janela se abre e  ouço os pássaros me dando bom dia
e me sinto feliz, pois sinto a presença de Deus.
Às vezes, ao amanhecer do dia

Às vezes ao amanhecer do dia
o vento toca minha pele sem proteção
e eu espero que o sol me ilumine
Às vezes, ao amanhecer do dia

Às vezes ao amanhecer do dia
viajo nos meus pensamentos em busca
de algo que me traga lembranças
do que um dia eu fui
Às vezes, ao amanhecer do dia.


CAMILLA ALVES - TH11

Antes era
noite e agora e dia


Já amanheceu,
e medo já não conheço
E aqueles segredos já não são meus
O dia vai
passando, já me sinto segura que a velhice é sinal de
sabedoria e que hoje tudo se resolve com cirurgias.
Já não mais existe
rio e nem frio. Só me resta
um mar de ilusão,de quem um
dia sentiu frio.
E nesse mar
de ilusão, que um dia foi rio
E que um dia
fez frio, já perdi nas ilusões, não sei mais o que é mar e o que é rio.
Márcia Oliveira TH11



Às vezes, de eu mesmo

Às vezes, quando eu rezo,
peço para Deus proteger a todos que amo
e que ilumine sempre o meu caminho
para que eu possa seguir em frente.

Às vezes, eu medito,
penso sempre no que fiz
e no que posso fazer para melhorar
a mim e os que estão à minha volta.

Às vezes só observo,
falo pouco, melhor ouvir,
ouço bastante aquelas músicas
que me fazem viajar.

Às vezes, as músicas fazem chorar
refletir, pensar. É tão bom pensar.
Às vezes, pensar demais
nos leva além, além da imaginação.

Às vezes, sou anjo
às vezes sou demônio,
uma metamorfose ambulante,
mas para sempre eu.


Mizai W.
TA01


Às vezes, dormindo,
Eu me pego acordado
Com medo do roubo
Dos segredos sonhados

Às vezes, na vida,
Eu sonho acordado
Lembrando da vida
Passada e vivida

Às vezes, dormindo,
Eu me sinto acordado
Pensando na vida
Futura e vivida.

Reinaldo Almeida TH 11


Poema
Às vezes, durante o dia
sinto vontade de fazer algo
que não sei explicar...



Ás vezes, durante a tarde
tenho sono, mais não posso
dormir pois tenho que trabalhar...



Às vezes, durante a noite me
deito e tenho a certeza que o dia
foi de grandes realizações, então
agradeço e adormeço sem hesitar...


Às vezes, em nossas vida, o
tempo parece não passar dai
surge a dúvida, se tudo um dia passará...


Patrícia Nascimento Barbosa Santos.
Turma: TH11






Quem sabe eu possaQuem sabe eu possa,
acordar e ver
as águas do mar , lambendo o sol
no alvorecer de um novo dia.
Quem sabe eu possa

Quem sabe eu possa
no enfado do meu corpo
quando o crepúsculo cair
poder sonhar e ver;
os campos florirem , crianças sorrirem,
o amor ressurgir.
Quem sabe eu possa

Quem sabe eu possa
ver novamente o colibri
com sua beleza e charme
em movimento frenéticos
parando aqui, e ali
sentindo o aroma das flores.
Quem sabe eu possa



Raimundo Nonato Alves do vale
Aluno do curso : Tecnólogo em hoticultura TH 11
INSTITUTO FEDERAL









MAIS UMA VEZ

Lembro de tuas mãos,
Ainda posso senti-las.
Recordo as palavras,
As frases.
Revivo os instantes.
Te busco em mim.
Mergulho nas lembranças,
Entrego-me ás esperanças.
Quero ter-te de novo,
Tua boca,
Teu calor.
Quero encontra-me novamente no teu abraço,
Para poder então,
Mais uma vez,
Sorrir,
Amar.





Poema de : INGRID MERELLY S. ANTUNES
TH11

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Às vezes, eu lembro

Às vezes, eu lembro de quando era criança, jogando gude
e penso nas coisas que eram tranqüilas.

Às vezes lembro de vez em quando de passar o tempo
em um mundo só meu.

Às vezes, quando saio nem lembro que o tempo passa sem
a gente dar conta do passado que tanto faz a diferença de
ver o mundo.

Às vezes, eu lembro do tempo em que era criança e fico a
pensar que o tempo passa mais a saudade fica, às vezes
eu lembro.

Autor(Marinaldo Alves Ramalho)
Turma (TA01 - Agroecologia)






Às vezes,em casa.
Iandersson Pereira

Às vezes,em casa,
me pego cheio de problemas para resolver,
problemas tão complicados,que não sei o que fazer,
Às vezes,em casa.

Às vezes,em casa,
me lembro de bons momentos,
porém me sinto muito triste,por não poder voltar no tempo,
Às vezes,em casa.

Às vezes,em casa,
me pego viajando,
mas logo caio na real,e vejo que estou sonhando,
Ás vezes,em casa.

Às vezes,em casa,
me arrependo de coisas erradas que fiz,
vejo que tudo passou.E o melhor da vida é ser feliz,
Às vezes,em casa.



IANDERSSON PEREIRA DE SOUSA
TECNÓLOGO EM AGROECOLOGIA-TA 01





Perdida
Às vezes olho sem ver
Vejo sem sentir
Sinto sofrendo
E logo me perco
Não me entendo às vezes
Às vezes me sinto só
Estando com muita gente
Só de não ter na minha frente
Aquilo que me faz feliz
Choro sem querer às vezes
Às vezes a noite só penso
Não posso e não quero
Juntar na minha cabeça
Momentos
Que eu espero que aconteçam às vezes
Às vezes vejo o fim
Ou imagino um novo começo
E vivo de passado
E luto pelo presente
E o futuro só aparece às vezes
Paula Dourado
TA01

Mais algumas produções textuais dos alunos e alunas da turma de Agoecologia

Às vezes, a Terra nua e crua

debaixo do sol, da lua, do céu

ainda consegue brotar milhares vidas

Às vezes, a Terra nua e crua


Às vezes, a Terra nua e crua

com tantas predações, não sei como ainda esta viva
come, bebe, dorme e acorda sozinha com Deus
Às vezes, a Terra nua e crua


Às vezes, a Terra nua e crua

planta, colhe, doa, empresta, vende e morre
esperando o fim do ruim ou de quem estiver afim
Às vezes, a Terra nua e crua


Às vezes, a Terra nua e crua

também se apaixonou pela a natureza,

é claro, todos apaixonaram também até a morte
Às vezes, a Terra nua e crua e sozinha.



Gilson Dias

Turma TA01 AGROECOLOGIA


 


Às vezes, à noite...

Às vezes à noite,
Penso em tudo,
O que aconteceu,
E no que pode acontecer.

Às vezes à noite
Lembro dos que foram
Para uma outra vida
Que eu irei também.

Às vezes à noite
Recordo vários momentos
Bons e ruins.

Às vezes à noite
Após adormecer
Sinto o mundo mudar
Ao acordara um novo amanhecer.

ADELMO PRIMO BEZERRA JUNIOR
AGROECOLOGIA -TA-01




Às vezes de noite,
Sinto angustia,
Me reviro de um lado para outro,
Pensando nas coisas que não posso evitar.
Às vezes de noite.

Às vezes de noite,
Choro, sem saber o que fazer,
Não consigo evitar,
Algo sempre vem me entristecer.
Às vezes de noite.

Às vezes de noite,
Queria poder voltar o tempo,
Fazer tudo diferente, melhorar,
Mudar tudo e seguir de forma diferente,
Às vezes de noite.

Às vezes de noite,
Sinto falta de não sei o que,
E essa falta me consome me suga,
Quero gritar, mas não posso,
É uma agonia sem fim,
Às vezes de noite.

Às vezes de noite,
Meus medos vêm me atormentar,
Me lembrar de coisas,
Que luto para deixar,
Não permita meu Deus
Que eu venha fraquejar,
E deixar sair de mim o que é para ficar.
Às vezes de noite.

Aluna: Bárbara Soares de S. Barbosa
Curso: Agroecologia Turma: TA 01

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Produções dos Alunos de Agroecologia -TA 01

Às vezes de tarde...

Às vezes de tarde
Penso em tudo,
Passado, presente e futuro. 
Às vezes de tarde.
Às vezes de tarde
Me confronto com as lembranças
Daquelas amizades da infância
Que até hoje guardei, pois jamais esquecerei.
Às vezes de tarde.
Às vezes de tarde
Recordo vários momentos                                                                                                                                 
Engraçados, de contentamento.
Às vezes de tarde.
Às vezes de tarde
Fico a esperar o tempo passar
Em casa quero logo estar.
Às vezes de tarde.
Às vezes de tarde
O cansaço me abate
Pois já é fim de tarde
Às vezes de tarde.

AndreiaBarbosa                                                                                                                                                       TA-O1

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Parafraseando ...

O poema de Sérgio Caparelli foi interpretado e traduzido para uma linguagem mais intimista pelos alunos e alunas dos Cursos Superiores do Instituto Federal - Zona Rural - Petrolina. Cada releitura, percebe-se o interesse em relatar as experiências cotidianas, os amores e esperanças. Continuaremos a postar os textos dessas turmas. Profª. Antonise

POEMA
                           
                           Às vezes, de madrugada

Às vezes, de madrugada
estou a ler um livro
de repente descubro os teus segredos
às vezes, de madrugada.

Às vezes, de madrugada
estou sonhando com um mundo melhor
desperto e vejo o raiar de um novo dia
às vezes, de madrugada.

Às vezes, de madrugada
vejo todos os povos unidos por um mesmo ideal
isto é o que me faz ter esperança de um futuro melhor
às vezes, de madrugada.

Às vezes, de madrugada
vejo o mundo mudando e as pessoas andando
e percebo que o mundo cresceu
às vezes, de madrugada.

(Daniel da silva gonçalves TA- 01)





ÁS VEZES DE NOITE

Ás vezes de noite,
Acordo com muita saudade,
De uma saudade que me faz chorar de verdade.
Ás  vezes de noite.

Às vezes de noite,
Não permita Deus que eu morra,
Sem ver a família, ficar sofrendo à toa,
Às vezes de noite.

Às vezes de noite,
Eu quero orar,
Viver a vida, minha fé não morrerá,
Às vezes de noite.

Às vezes de noite,
Sonho com a esperança,
Que me traz grandes lembranças
Às vezes de noite.

Nome: Vera Lucia Oliveira De Melo
I F – Sertão Zona Rural TH 11



          POEMA
               "Às vezes, na vida"


Às vezes, na vida,
me pego pensando em desistir de viver
e deixar de lado todos os sonhos do meu ser,
às vezes, na vida.

Às vezes, na vida,
penso em fazer tudo diferente
e em um ano, talvez, teria o que desejo plenamente,
às vezes, na vida.

Às vezes, na vida,
encontro vários desafios
que a cada mês deságuam como se fossem rios,
às vezes, na vida.


Às vezes, na vida,
imagino como será o futuro
de alguém que dia após dia procura seu rumo,
às vezes, na vida.


Às vezes, na vida,
chego a uma conclusão,
percebo que é preciso saber viver
continuando sempre a andar, lutar, e um dia, enfim, vencer...
às vezes, na vida.

(José Pedro Dias- TA 01)

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Construções Poéticas dos Alunos e Alunas

Às vezes em silêncio
penso: "não foi por falta de lutar"
sinto: "não foi por falta de querer"
eu mudei, me anulei, não sei porquê.
às vezes em silêncio.

Às vezes em silêncio
percebo, águas passadas, portas trancadas
melhor o fim, melhor assim
parto sem mágoa, voz embaraçada
às vezes em silêncio.

Às vezes em silêncio
descubro que na sua estrada vejo você longe de mim
meus erros não são justificáveis
o sentimento é real mas chegou ao fim
às vezes em silêncio

Às vezes em silêncio
reflito sobre essas coisas e como sempre
nosso tempo, juntos, retorna à minha mente.
Sem nenhum sentimento especial a não
ser a certeza de que afinal....o tempo passou
às vezes em  silêncio.

Adriana Viana
Turma 01 de Agroecologia

Muitos poemas estão chegando à minha caixa de e-mails. Até o final desta semana, publicarei todos. Esta é a oportunidade para que os escritores e as escritoras do Instituto Federal Zona Rural percebam a importância deste exercício.

POEMA 01:
Às vezes tarde da noite.
 

Às vezes tarde da noite,
Eu demoro a dormir
Pensando em coisas que não dá pra resumir.
Às vezes tarde da noite.

Às vezes tarde da noite,
Eu penso em tudo que aconteceu durante o dia
Coisas que dariam uma bela melodia.
Às vezes tarde da noite.

Às vezes tarde da noite,
Sonho com o raiar do sol
E vôo de um pequeno rouxinol.
Às vezes tarde da noite.

Às vezes tarde da noite,
Eu imagino que o mundo poderia ser diferente
Se a guerra, a fome e as pessoas não fossem tão indiferentes.
Às vezes tarde da noite.

Aluna: Priscilla Silva.
Tecnólogo em Agroecologia - TA01.


 POEMA 02:


Às vezes de noite                            
     Às vezes, de noite,
     Me assusto com o som do celular
     É você me ligando para conversar,
     Às vezes, de noite.

     Às vezes, de noite,
     Tranquilizo-me ao ouvir sua voz,
     Como rede armada ao vento,
     Às vezes, de noite.

     Às vezes, de noite,
     Durmo ao som de Richard Clayderman
     Tocando piano ao relento,
     Às vezes, de noite.

     Às vezes, de noite,
     Tento ouvir-me, ouvir amigos e parentela
     E paro. E estou surda.
     Às vezes, de noite.
     
    Autor: Aline Duarte de Miranda
    Curso Agroecologia


POEMA 03:
Às vezes de noite,
Sonho com o futuro ,
com paz, com amor, penso em esperença .
Às vezes de noite,
Às vezes de noite,
Amanheço com vontade de sorrir,
e querendo ser feliz .
Às  vezes de noite,
Às vezes de noite,
Vejo o tempo passar,
vejo tudo mudar
Às vezes de noite,
Às vezes de noite 
                              
Datiane Almeida Simões
Curso: Agroecologia TA- 01