quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Mais algumas produções textuais dos alunos e alunas da turma de Agoecologia

Às vezes, a Terra nua e crua

debaixo do sol, da lua, do céu

ainda consegue brotar milhares vidas

Às vezes, a Terra nua e crua


Às vezes, a Terra nua e crua

com tantas predações, não sei como ainda esta viva
come, bebe, dorme e acorda sozinha com Deus
Às vezes, a Terra nua e crua


Às vezes, a Terra nua e crua

planta, colhe, doa, empresta, vende e morre
esperando o fim do ruim ou de quem estiver afim
Às vezes, a Terra nua e crua


Às vezes, a Terra nua e crua

também se apaixonou pela a natureza,

é claro, todos apaixonaram também até a morte
Às vezes, a Terra nua e crua e sozinha.



Gilson Dias

Turma TA01 AGROECOLOGIA


 


Às vezes, à noite...

Às vezes à noite,
Penso em tudo,
O que aconteceu,
E no que pode acontecer.

Às vezes à noite
Lembro dos que foram
Para uma outra vida
Que eu irei também.

Às vezes à noite
Recordo vários momentos
Bons e ruins.

Às vezes à noite
Após adormecer
Sinto o mundo mudar
Ao acordara um novo amanhecer.

ADELMO PRIMO BEZERRA JUNIOR
AGROECOLOGIA -TA-01




Às vezes de noite,
Sinto angustia,
Me reviro de um lado para outro,
Pensando nas coisas que não posso evitar.
Às vezes de noite.

Às vezes de noite,
Choro, sem saber o que fazer,
Não consigo evitar,
Algo sempre vem me entristecer.
Às vezes de noite.

Às vezes de noite,
Queria poder voltar o tempo,
Fazer tudo diferente, melhorar,
Mudar tudo e seguir de forma diferente,
Às vezes de noite.

Às vezes de noite,
Sinto falta de não sei o que,
E essa falta me consome me suga,
Quero gritar, mas não posso,
É uma agonia sem fim,
Às vezes de noite.

Às vezes de noite,
Meus medos vêm me atormentar,
Me lembrar de coisas,
Que luto para deixar,
Não permita meu Deus
Que eu venha fraquejar,
E deixar sair de mim o que é para ficar.
Às vezes de noite.

Aluna: Bárbara Soares de S. Barbosa
Curso: Agroecologia Turma: TA 01

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