terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Crônica: O ATOLAMENTO


Segundo Cunha (2011), para escrever uma crônica, a gente pode buscar as ideias, a tal da inspiração, nas notícias, ou seja, nos acontecimentos que os jornalistas acham importantes e levam para o público, pela imprensa escrita, falada, televisada e, agora, "internetada". Mas como sugere o Drumond, a crônica também pode nascer de uma mã notícia. E o que serão as não notícias? Foi a partir deste questionamento que os alunos de Agroecologia - TA 01 organizaram a ideia de um contratempo num fim de festa e surgiu o texto coletivo abaixo:


O atolamento

Numa noite de quarta um “sortudo” se reuniu com os amigos para assistir uma partida de vôlei. Finalizando o jogo lançou a seguinte proposta:
                - E aí povo, ‘bora’ tomar uma?
                - Vamos, só se for agora!  - Responderam entusiasmados.
Chegando ao boteco, o grupo passou um certo tempo se descontraindo, bebendo algumas cervejas e comendo alguns petiscos.
Chegando a uma hora avançada da noite, resolveram ir embora. O “sortudo” recebeu a tarefa de deixar uma colega em um bairro periférico da cidade, daí procedeu-se o problema. Logo após deixar a menina, na tentativa de sair do bairro se sentiu desnorteado e tomou o que pra ele seria um atalho. Passando por algumas poças de lama se deparou com uma que abraçou os pneus do carro, ocasionando um atolamento.
 Todos os esforços do carro não eram capazes de tirá-lo daquela situação. O  desespero o tocou naquele momento e para piorar o que já estava ruim ao pegar o celular, percebeu que estava descarregado, então falou consigo mesmo:
                - Meu Deus! Isso não pode está acontecendo! – Falou desesperado com a situação.
O “sortudo” estava sem celular, com o carro atolado, em um local com ausência de luz e totalmente desconhecido por ele e para piorar, sozinho. Fechando o carro, resolveu tentar procurar ajuda, logo avistou dois rapazes que com prontidão se dispuseram a cooperar, dizendo:
                - Esse carro não nasceu aí, então ele não vai ficar aí.  Deixa só eu pegar umas tábuas para usar como apoio.   -  Falou com total confiança que iria sair daquela situação.
Após banhos de lamas e horas usufruindo daquele problema, conseguiu sucesso, saindo do cenário desesperador onde se encontrava, agradeceu aos salvadores e em seguida foi pra casa com o carro totalmente coberto de lama, mas feliz por sair do atolamento.

Jonatas Aryel de A. Silva – TA01
Walter Gouveia F. da Silva – TA01
Pablo Henrique M. da Costa – TA01




CONTO
A MENINA DE OLHOS PRETOS
Era uma tarde ensolarada quando a garota de olhos pretos resolveu sair da sua casa para assistir a grande final do campeonato de futebol onde seu time de coração ria jogar.
No caminho do estádio ela se deparou com um grupo de jovens que ali estavam assustados com o que uma senhora muito estranha havia falado, que a partir daquele momento pessoas que ali passarem com roupas de cor roxa teriam a semanas de decepções e coisas estranhas iriam acontecer. A garota de olhos pretos estava com uma blusa de cor roxa, mas não deu atenção ao que os jovens falavam e continuou o seu caminho. Durante seu percurso várias coisas começaram a acontecer, entre elas seus acessórios que iria levar para o jogo caíram no viaduto; seus amigos que iam para a partida com ela ligaram avisando que não poderiam mais ir, pois a carro tinha quebrado; foi confundida com uma procurada da policia entre outras coisas que aconteceram no decorrer do dia.
A garota dos olhos pretos já estava totalmente aborrecida com tudo que estava ocorrendo, pois tinha planejado apenas ter uma tarde alegre e tudo  não estava dando certo.
E assim continuou seu caminho e sem se dar conta estava indo na direção errada onde nunca havia estado, quando se deu por si já tinha perdido o jogo e ela estava perdida. A garota começou a entrar em desespero, gritava,chorava e nada tinha o que fazer, até que a senhora que havia aparecido para os jovens reapareceu para garota dos olhos pretos e falou que tudo que estava acontecendo era porque a menina não tinha dado importância para as palavras de uma velha senhora e que tudo aquilo não passava da um sonho, que a garota só iria acordar quando tirasse a blusa roxa e colocasse uma peça de roupa de cor branca onde significava que estava arrependida por não ter escutado as  palavras  que os jovens falaram sobre a velha senhora .


ARIANE COSTA CARDOSO
TÉCNOLOGO EM HORTICULTURA

10 comentários:

italo ramon disse...

Oum resenha essa crônica, gostei.
Mas suspeito que esse "sortudo" seja o Walter kkkkk.

Marcinho disse...

Baseados em fatos reais viu kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

foi boa , muito boa

Janete TH-11 disse...

Ele teve sorte mesmo! Dos rapazes não serem assaltantes e roubarem o carro..RSRS GOSTEI

Aline Duarte disse...

Oia, esta vendo o que é que dá indo por atalhos.... hum! Foi legal a cronica de vcs! Só porfavor, tomar bastante cuidado em se enganar tomando atalhos, e desde ja, nos deixa uma lição, que atalhos na nossa vida nos leva ao desespero... Mas valeu! Beijos =)

Luana Bakaninha disse...

Eita que isto era um SORTUDO meesmo viu[kkkk] Gooosteeei Bastante do texto dos meninos.


Luana Carla ta01

Andreia Santos disse...

kkkkkkk, de sortudo esse cara não tem nada, pura ironia.. rsrsrs

analuciaTa01 disse...

Ilarío a maneira que os meninos retrataram uma situação que acontece com cada um de nós!

jonatas disse...

A nossa cronica foi baseada em um fato recente que aconteceu com nosso querido Walter... Mas depois que passa só tem que agradecer, pois dos males foi o menor .

Bruno disse...

muito booa essa cronica..
tem um toque de comédia e torna a leitura bem mais agradavel..

Profª. Antonise Coelho disse...

Parabéns aos alunos e alunos que comentaram esta crônica. Sei que a leitura a partir das atividades em sala de aula se torna bem mais agradável. Depois, descobrimos que nossos colegas de sala são mesmo criativos. Felicidades. Aguardarei outras visitas.
Pró Antonise