segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A PIADA DO 4G NO BRASIL - CRÔNICA REFLEXIVA - CURSO PRONATEC

José Eudes Marques de Sousa – Programador de Sistemas – Turma PRONATEC <<


A  PIADA  DO  4G  NO  BRASIL

            Venho observando já há algum tempo toda essa ingresia sobre a implantação do padrão de internet 4G no Brasil, e se tem uma lição que me vem à cabeça é que não devemos adiar nossas obrigações. Mas, porém, todavia, entretanto, se tem uma coisa que este país ficou mestre foi em protelar, palavra bonita para um significado tão desonroso, e o preço a pagar é a vergonha nacional.
            Sim, senhores, estamos hoje na “zona de rebaixamento” das telecomunicações mundiais, e quem sente na pele sou eu, você, ele, nós, vós. Só não “eles”, isso mesmo, “eles”, porque eles não estão nem aí para o 4G no nosso país, pra que internet no Brasil? Dizem entre si, esfregando as mãos; “vamos protelar mais um pouco” e implantar uma gambiarra pros gringos usarem o roaming na copa, depois a gente toma uma medida definitiva. Será? Pergunto.
            Para justificar minha opinião e desagrado venho explicar que: Grande parte dos aparelhos 4G comercializados no Brasil não operam na frequência utilizada aqui, a de 2,5 GHZ que tem um curto alcance, isso porque a faixa dos 700 MHZ daqui “ainda” é usada pela TV analógica, pois “eles” estão a anos protelando a substituição definitiva pela TV digital. E a ANATEL, meus caros, senhores, não passa de um mero carneirinho, tendo que lidar com lobos ferozes.

            É isso mesmo, a internet 4G vende a ideia de estarmos conectados o tempo todo em altíssima velocidade e em qualquer lugar, mas isto é uma piada de mau gosto, e na melhor das hipóteses, não passa de puro marketing.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Reflexões da Turma 3118 - Agroindústria - CAMPUS RURAL DO IF SERTÃO PE


“O mar me fascina. Mas, como não sou do mar, sou das matas, não vou. O mar me dá medo. Mar é perigo, naufrágio “. ( Rubem Alves)

Sou filho de agricultor, sou das matas.
Muitas coisas na cidade me dão medo, por isso não  frequento o movimento.
Sou um jovem e quero descobrir coisas novas, mas para descobrir tenho que enfrentar o medo, para deixar as matas e ir para cidade.
Porque é na cidade que tem as novidades. Temos que pensar positivo, porque há muito tipos de novidade. Têm boas e ruins que são as que causam medo para um filho de um agricultor ao sair do interior e ir para a metrópole.
A vida rural não é um lugar para quem é um sonhador.
Por isso, peço a bênção do meu pai do céu, e dos meus pais para que eu possa conseguir enfrentar o medo e ir realizar o meu sonho.

PEDRO JOAQUIM RODRIGUES  - TURMA 3118


O PEQUENO BARCO DE VELAS
TEXTO REFLEXIVO COM BASE NO TRECHO “Nasci nas Minas Gerais onde não tem mar. Minas tem montanhas, matas e tem céu. É ai que me sinto em casa”. ( Rubem Alves)


“Nem sempre os melhores lugares para se estar são aqueles mais sofisticados, às vezes encontramos a felicidade, o bem estar nas coisas mais simples da vida, pois a simplicidade, apesar de ser menos procurada, quando vivenciada e sentida em sua profundidade aos olhos do coração nos faz entender que nada é mais encantador que ser feliz não pelo muito ,mas pelo pouco, que conseguimos viver bem. Para isso, não é muito difícil, basta saber apreciar o singelo, pois é sem complicar a vida que encontramos o valor das coisas”.                     

                              
ALUNO: José Nilson da Silva Santos
TURMA: 3118


O Poema de Casimiro de Abreu como inspiração para falar da Saudade, da lua beijando o Sol.


Meus Dezoitos anos

Oh! Que saudades que tenho da aurora da minha vida 
Da minha juventude querida que os  anos  não  trazem mais
Aquelas  aventuras que sonhamos, que brincamos
naquela noite de festas à sombra da porteira
debaixo de uma vidreira.

Como são  belos os  dias  do  despertar  da  existência
A perda da inocência, como perfume de macela.
O cavalo é – sereno
O gado – malvado
O mundo – um sonho dourado 

Que auroras! Que sol, que vida, que noite de festa
Naquela doce alegria, aquela ingênua menina, Sorria,   
O céu bordado de nuvens, a terra de aromas,
cheio de ondas beijando as pedras
a lua beijando o sol.

José Paulo Silva e Edionis Soares

Turma: 4204 - 2º ano 
josepauloveneno@gmail.com

Amor à minha terra (AFRÂNIO)

O Poema "Canção do Exílio" no estudo do 2º ano sobre o ROMANTISMO - Escola Literária - é utilizado como inspiração para as duplas na construção de novos textos.

Minha terra tem caatinga,
Onde o vin-vin canta sem parar;
E as árvores que aqui sombreiam,
Não sombreiam como lá.

Nosso açude tem menos peixes
Nossa terra é devagar,
Mas com tantas dificuldades,
Ainda dá para trabalhar.

Entro em casa e sozinha,
Fico a pensar,
Por que sair da minha terra?
Se hoje sinto saudade de lá.
Na minha terra a vozinha faz doce,
Que doce tão gostoso,
Não consigo encontrar,
Em outro Lugar,
Vou sentir prazer em
Voltar para lá,
Matar a saudade 
do meu lugar.

Todas as noites ao me deitar 
Peço a Deus para não me levar,
Sei que ainda não é a hora,
Ainda preciso desfrutar das coisas
Boas que tem por lá.

Autoras: Maiany Coelho e Sheila Oliveira
        Turma: 4103 - Agropecuária - 2º ANO