quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Parodia do poema meus 8 anos de Casimiro de Abreu

Meus 15 anos.
Há! Que saudade eu tenho
Da minha vida de gado
Do meu cavalo arriado
Que os anos não trazem mais !
Que saudade da sela, do gibão
Naquela tarde que eu gostava
Todo dia eu estava
Pegando boi no mourão

Como era esses dias
Do deportar da existência
Que na minha consciência
Essa era a minha inclinação.
O riacho era meu mar
O céu um manto azulado
Nesse mundo sou viciado
Em mulher, cavalo e gado
Que hoje eu só tenho lembranças,
Da vida maravilhosa
Da minha infância na roça
Que eu não trocava por nada!
O céu estrelado
Da lua cheia eu não esqueço,
Vaquejada não sai da cabeça
E antes que eu me esqueça
Vaquejada mora na minha consciência!

Robson Carlos - turma 4204

2 comentários:

Unknown disse...

interessantíssimo essa parodia, ao ouvir a professora Antonise falar dessa parodia na sala de aula fiquei muito curiosa para vê-la mas não imaginei que estaria tão magnifica,parabéns para o autor, criatividade esplendida, me vez lembrar-me da minha infância querida.

Unknown disse...

Magnifica esta parodia, muita criatividade do autor que resultou nessa bela parodia,e também me fez lembrar de muitas coisas do passado.