quarta-feira, 5 de março de 2014

O amor é tema principal nos textos: O GOSTAR DEMAIS E VIDA NO CAFÉ DA MANHÃ


O  GOSTAR  DEMAIS



Tudo começa quando um menino gosta da menina. Com isso o tempo passa, o menino esquece por uns tempos dela. Depois, eles se reencontram, mas há um porém,  ela pertence a uma classe social diferente dele ,mas mesmo  assim ele ficam, acabou surgindo um “desejo”, emoções entre eles. Ela gosta dele, mas por achar que ele é muito ‘galinha’ e anda pegando todas as meninas que lhe dão ousadia, não acredita que ele gosta dela realmente, para namorar não vai dar certo por motivos óbvios, embora o jovem sinta amor demais por esta menina.

Faz de tudo para vê-la, mas a menina começa a namorar outro rapaz. Como fica triste com essa situação, mas anos se passam e eles se reencontram e acabam namorando.
 
 Casam-se e têm lindos filhos. Quando você gosta de uma pessoa, gosta dela do jeito que ela é, não importa o defeito que ela tenha ou classe social. Se é de verdade, a pessoa mudará e nem perceberá a mudança.

Radamés  Dias
TURMA: 4206 - 2º ANO -
 



VIDA NO CAFÉ DA MANHÃ
Uma manhã fria, num dia longo, mãe e filha nunca perdem o costume:  o café da manhã juntas é uma rotina que elas não abrem mão.
Bem, todos os dias  Julia saía para o cursinho e chegava  por volta das 20:00h. Já acostumada com sua mãe para sair às nove horas da manhã e voltar às 23h00, sempre almoçou e jantou ou na escola , ou em casa sozinha.
Julia estuda muito para passar em medicina. Esse foi um dos motivos que fez ela pedir para sua mãe Paula fazer um chekup  geral. O resultado doloroso veio à tona: a mãe, única pessoa que lhe restava na sua vida estava  com leucemia em fase terminal.
- Como? Por quê? Por que isto aconteceu com ela?
Paula,  a mãe, com sua dor se afastou do trabalho por justa causa, e viu todos os dias do fim da sua vida o que o medico dizia:
- Eram no máximo oito meses para ela viver.
 Eram oito meses de café da manhã com a filha. E todos os dias estavam lá,  as duas,  sentadas à  mesa ,rindo,  contando piada sem discussão , sem stress. Por dentro, havia o nó na garganta, o coração apertado, o choro escondido, mas não podiam demonstrar tristeza,  afinal ela não iria mudar as coisas.
Os dias se passaram e o dia da prova chegou. Seriam dois dias seguidos, no segundo dia assim que Julia saiu da prova e  ligou o celular, viu ligações e mensagens perdidas. Era sua mãe ligando para dizer que estava no hospital
Assim que chegou ao hospital,  pediu-lhe desculpas por tê-la deixado sozinha naquele momento.
 Mãe e  filha estavam frente a  frente, chorando,  não precisava mais ficar com um sorriso doloroso no rosto.
E assim passaram-se os dias e elas não tomavam só café juntas, mas todas as refeições.
Um dia sua mãe a gritou e ela entrou no quarto,  entusiasmada  com a notícia que acabava de receber.
 -  Mãe, eu passei , mas a sua mãe olhou-lhe rapidamente , sorriu , escorreu –lhe  a úlltima lagrima e dormiu eternamente.
Julia passou dias tristes  e sempre quando pensa em sua mãe o nó  chega na garganta e o coração apertado vem , mas ela nunca perde o costume e todos os dias, antes de ir para faculdade , toma o café da manhã reforçado,  pega o retrato da sua mãe e diz:
 –Mãe,  estou indo. Te amo, beijo!
                                                                                         
 Beatriz dos Anjos  
TURMA: 4105
 



 

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