domingo, 28 de setembro de 2014

Estudantes do Instituto Federal contam experiências vividas no Carnaval e a Semana Santa.

            
                         
                       Semana Santa

                
   Todos os anos eu e minha família nos reunimos para a comemoração da semana santa, sempre costumamos jejuar no café, e quebramos o jejum com uma deliciosa ceia no almoço, que minha mãe prepara todos os anos. Lembro-me de quando eu era criança, e não compreendia o que se passava, por que tínhamos que não tomar café? E por porque chamam de sexta -feira santa?
Era tudo tão curioso e interessante, tudo tão gostoso com tanta comida. A família reunida com; tios, tias, primos e primas.  Infelizmente toda a alegria se passava quando os famosos “caretas” chegavam. Nunca entendia por que eles saiam pedindo alimentos para depois bater em quem tentava pegá-los, e nem por que chamavam o boneco de judas. Boneco aquele que depois de todos os alimentos serem pegos era rasgado completamente e as vezes até queimado. Hoje que não sou mais criança já compreendo melhor sobre essa data comemorativa e não tenho mais medo do “careta”, apenas boas lembranças e ótimos momentos desta data que sempre estarão comigo.

- Alvani Henrique de Souza‏ (PRONERA)
Alvani ( farda do IF ao lado de Rafael) em sala de aula
                
Minha História de Carnaval

Como sou evangélica, no feriado de carnaval sempre vou para o retiro espiritual da minha igreja (Igreja Batista no N-4). São dias edificantes, onde louvamos e adoramos a Deus. Temos momentos de lazer como gincanas, banhos de piscina, jogos, enfim, são dias alegres, de comunhão com Deus e com os irmãos.
No retiro espiritual o cronograma de horários é bem rigoroso, temos hora certa para tudo, comer (café da manhã, almoço, jantar), para dormir e para acordar, além de ter várias regras. Embora isso pareça chato, são coisas necessárias para que possamos aproveitar ao máximo esses dias, pois para Deus devemos fazer tudo com ordem e decência.
Todos os anos faço o possível para estar presente no retiro. Lembro-me de certo ano, que nessa época estava chovendo bastante, e como grande parte das pessoas dormem em barracas, com a chuva forte, acabou entrando água nas barracas e todos nós tivemos que correr para a casa que havia no local. Apesar das roupas, lençóis, e até mesmo as pessoas terem ficado molhados, foi muito divertido e todos os anos seguintes lembramos com alegria desse fato. 

Nayara Ranyelle da Silva ( Aluna do curso de Tratoristas - PRONATEC )



O gavião
Um certo dia de domingo eu e meu pai, Nelson Coelho estávamos ligando a bomba de água para irrigar a plantação de milho e capim. Quando meu pai viu um gavião enganchado na berra do arrame Farpado da cerca, e sentiu incomodado com aquela cena, eu nunca havia visto meu pai daquela forma com tanta compaixão, de uma ave Rapina, ele então cortou a cerca e levou a ave para casa.
Cuidou dela durante oiti meses com muita dedicação, a alimentou, deu-lhe água, banhou -lhe e tratou de seus Ferimentos. Quando finalmente o gavião se recuperou e meu pai disse a ave “você agora deve voar, seja livre”, soltando-lhe. Sentindo-se agradecida para com meu ele, a ave cujo nome dado por meu pai de magneto, pousou no chão e procurando entender olhou de cima a baixo como se dissesse: “muito obrigado”, partiu. Ainda hoje, a ave passa por lá e pousa ao pé da Algaroba e observa meu pai.


Alunos: Radamés Dias, Aureo Caique, Mário Cesar - Ensino médio -Técnicos em Agropecuária (T.4206)

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