domingo, 21 de junho de 2015

Construindo Narrativas em Grupo

A turma 1159 Técnicos em Agricultura, constroem narrativas baseadas em dificuldades cotidianas, práticas vividas e construções teóricas. Que nos trazem para perto das emoções do narrador-histórico.

De preguiçoso a trabalhador


Adolfo era um homem muito preguiçoso e vivia à custa de sua esposa. Cansado de ser insultado por sua família, resolveu ir à busca de um trabalho, mas encontrou dificuldades, pois não era alfabetizado. Então, pensou em estudar para se especializar em uma área na qual tinha referências seu pai, já que ele era agricultor. Assim, iniciou seus estudos, porém teve bastantes empecilhos, visto que seus colegas de sala eram bem avançados e ele se sentia excluído da turma.
Em um determinado dia, sentindo-se deprimido e humilhado resolveu desistir, mas chegando em casa, Ana, sua esposa lhe incentivou a continuar os estudos. E, Adolfo com as palavras ditas por ela, se conscientizou de sua importância para a família, então, seguiu em busca se seus sonhos, desprezando todas as barreiras encontradas. Terminando o ensino médio, começar a estudar um curso técnico. E, pensando em seu pai, formou-se um técnico agrícola.
Na primeira oportunidade, colocou seu currículo em uma empresa, que estava procurando um técnico nessa área. Passados dois meses, ele recebeu um telefonema falando que tinha sido selecionado para uma entrevista numa empresa. Empolgado, com essa oportunidade, Adolfo começou a se preparar para o momento, mas de tanta preocupação se atrasou, e precisou sair correndo. Chegando a empresa, havia esgotado o tempo da entrevista. Não satisfeito com isso, pediu mais uma chance ao empregador. E, este resolveu entrevista-lo. Surpreendido com tanta desenvoltura e conhecimento de Adolfo, a empresa concedeu a vaga a ele.
Assim, Adolfo iniciou sua jornada de trabalho com sucesso, podendo, agora ajudar a sua família e sentindo-se útil.

Estudantes: Edjane, Jeane, Juscileide.
Turma: 1159_Agricultura.


Uma simples atitude


Em uma manhã ensolarada, ao acordar, olhei com outros olhares tudo que estava ao meu redor àquela natureza sublime, oh natureza, que eu tanto amo. Que não tinha culpa do que estava sofrendo. Senti-me com um grande necessidade de fazer alguma coisa por algo que só nos traz tanto bem. Meu Deus nos ajude! Foi quando lembrei- me de outro companheiro que com certeza tem a mesma consciência que a minha, Tiago que sempre estava lutando por causas nobres. Preciso urgentemente falar com ele. Fui ao seu encontro. Aceitando a minha proposta, saímos por todas as regiões de Minas Gerais, meu estado, onde o índice de desmatamento era alarmante, precisaríamos de força e coragem para enfrentar todos aqueles que tiravam de forma ilegal benefícios daquela natureza.

Foi quando que em uma determinada região de Minas, eu, Tiago e mais um grupo formos recebido a tiros, em uma área que já estava sendo preparada para ser desmatada. Infelizmente dois do meu grupo não resistiram aos tiros que lhes atingiram. O restante do grupo não tinha mais forças para continuar, lutando por aquela causa. Tiago e eu não desistimos, mas estamos combatendo de forma diferente, conscientizando as pessoas de toda sociedade de Minas. Sei que faremos a diferença de alguma forma.


Turma: 1159 Tec. Em agricultura (narrativa em grupo).
Alunas: Maiara Martins da Silva

Um comentário:

Unknown disse...

Os alunos estão de parabéns!