sábado, 29 de junho de 2019

AUTOBIOGRAFIA DE ALIÉSIO ANDRADE

Muito comovente a história de Aliésio e de sua família. Acredito que o processo de rememorar seja importante para diminuir as feridas e saudades que sentimos de entes queridos que já partiram. Por isso, é muito importante a escrita. Parabéns. 



Nasci em 27 de Agosto de 1999 na cidade de Abaré no estado da Bahia. Comecei a estudar com meus seis anos de idade na Escola Municipal Prof. Walker Augusto Jones, onde passei a maior parte de meus estudos até concluir o 9°Ano. Nesse tempo que passei estudando nessa escola aprendi muitas coisas. Um dos meus sonho realizei lá com meus professores: ler e escrever! 


Passei a respeitar melhor as pessoas socialmente e a saber que no meio de tudo aquilo que vivia, eu não era o único com defeitos a serem concertados ou melhorados. Aprendi que em meio a tudo e todos, somos apenas um grão de areia, no meio de uma imensidão de outros grãos.

Na minha casa não era diferente. Meus pais sempre me incentivando e me ensinando. Éramos em seis o núcleo da minha família, tinha entre meu Pai, o mais velho e eu, o mais novo da família. Éramos quatro irmãos. Em meio a tudo isso eu adorava está entre familiares e amigos principalmente meus irmãos, brincávamos muito no quintal de casa futebol, carinhos, jogo de gude. Lembro de que brincávamos de super heróis,  dizíamos um ter mais poder do que o outro, ser mais forte que o outro sempre tentando está um passo a frente do outro. 



Éramos irmãos inseparáveis, lembro-me de que meu pai vivia brigando conosco. Chegávamos em casa sujos,  melados com os cabelos cheios de lama, brincávamos muito com água. Fazíamos mistura com minha irmã dizendo que estávamos fazendo bolo.  Eram brincadeiras saudáveis, divertidas alegres, coisas inesquecíveis.

No entanto,  veio a parte ruim da minha história, com o passar do tempo as coisas foram mudando. Meus irmãos começaram a desobedecer a mãe e o Pai. Passaram a ir a festas a beber e toda vez que chegavam em casa era uma discussão! 


Meu pai não aguentava mais. Minha mãe vivia desgostosa não sabia o que fazer, eu pequeno com treze anos de idade não imaginava que tudo aquilo estava se acabando as poucos. Minha irmã me ajudava nas atividades da escola e dizia: 'estude, um dia você vai poder ser diferente de nossos irmãos'. 
 Com o passar do tempo um de meus irmãos se casou, saiu de casa o outro era mais velho ficou em casa não pensava em casar. Sempre envolvido em farras e bebedeiras, só pensava em curtir.

O tempo passou e em 2017 no dia 22 de julho veio a notícia mais triste da minha família: o meu Irmão mais velho tenha sofrido um acidente de moto. A minha mãe se desesperou, eu podia ver nos olhos dela todo sofrimento causado pelo meu irmão. 


Logo depois de duas horas, tivemos a pior notícia de nossas vidas, meu irmão mais velho tinha acabado de falecer. Naquele momento, não cabia mais a mim nem a minha família dizer um adeus como qualquer um de nós desejaríamos. A minha mãe sofreu, assim como todos nós. Meu irmão nos deixou,  está no céu com Deus nosso pai, mas não tem um dia que eu não veja isso nos olhos da minha mãe! 

Sofremos, assim como qualquer família sofre ao perder uma pessoa da sua família. Alguém que esteve com você desde o momento que você deu os seus primeiros passos na vida, alguém que lhe ajudou a ser o que você é hoje. Acredite e muito difícil você não poder agradecer.Mas meu irmão nos deixou muitos ensinamentos e lições de vida, de moral e de superação. Sei que ele está com nosso pai e que está em um bom lugar!

Assim o que escrevi da minha vida até agora são lembranças que jamais serão apagadas. Fiz um bom percurso da minha vida até agora, acredito está indo no caminho certo, realizei sonhos e não vou parar por aqui. O meu Nome é "Aliésio Andrade Neves" e foi um prazer falar de mim. 
             
                                       ALIÉSIO ANDRADE NEVES 

AS AMIGAS TROCAM A RESPONSABILIDADE DE REALIZAR UMA BIOGRAFIA






Conhecida como Laiza Camilly, solteira e nascida em 20 de janeiro de 2003 em Petrolina-PE. Traz fortes características de bravura e destaca-se pela sua humildade. A  pele de cor clara e os seus longos cabelos cacheados chamam atenção a sua beleza. Criada em uma família humilde e com 2 irmãs, hoje vive em Petrolina-PE, onde está a passar uma temporada nesta cidade por conta dos estudos.


Em 2018, começou a sua paixão pelo futsal, começou olhando treinos e acabou criando uma grande curiosidade pelo esporte. Desde então, começou a treinar e nunca mais largou, em competição em competição veio adquirindo sabedoria e conquistas.

Menina de vida simples, sem muito a reclamar, apenas odeia acordar cedo. Tem personalidade carismática, de um sorriso encantador, gosta de dá conselhos, com coragem sempre enfrenta as batalhas da vida.
Laíza





BIOGRAFIA DE ANA ISABEL 



Conhecida como Ana Isabel, solteira e nascida em 18 de novembro de 2002 em Juazeiro-BA, traz fortes características e marcas de uma vida de desentendimentos.  Morena de cabelos curtos e cacheados com olhos de cor escuros, criada em uma família humilde e com 4 irmãos. Hoje vive no N4, no povoado próximo a sua escola, onde viveu a maior parte da sua infância.

Em 2018 começou a sua paixão por jiu-jitsu, olhando treinos e só em ouvir falar começou a tal da curiosidade e nunca mais largou. Adquiriu várias medalhas de 1° e 2° lugar, subindo em pódios e reinventando a cada dia.

Menina de vida simples, sem muito a reclamar, odeia acordar cedo e tem personalidade forte, de um sorriso esbelto, fala alto e o que vier na mente. Não se intimida por ninguém, com coragem e foco, por todas as suas conquistas, mais levando colocando sempre a sua humildade na frente.
Ana Isabel







O QUE TEM O NOSSO SERTÃO?


Ana Isabel Santos e a dupla Ana Paula e Italo Daniel falam das belezas e dos mistérios que o nosso Sertão possui. Em cada releitura,  descobrimos o quanto um simples texto traz de originalidade do povo sertanejo, destemido e cheio de fé. Aguardamos os comentários no blog.



No meu sertão tem jurema 
Onde canta o carcará 
Os animais que aqui habitam 
Não tem em outro lugar. 

Minha caatinga tem espinhos 
Minha roça tem animais 
Aqui não vivemos sozinhos 
Pois vivemos dentro dos currais. 

Em pensar sozinho, à noite 
Eu amo o meu lugar 
Minha terra tem felicidades 
Onde as crianças brincam sem parar. 

Minha terra tem amores 
Que não encontro em outro lugar 
Em pensar sozinho, à noite 
Eu amo o meu lugar. 

Meu sertão tem jurema 
Onde canta o carcará 
Não permita, Mainha 
Eu me distanciar !


TEXTO 02

Minha terra tem umbuzeiro, 
Onde canta o carcará; 
As belezas que aqui tem 
Não tem em outro lugar. 
Nosso povo é arretado 
Nossa fé é destemida 
Nossos sonhos realizados 
Nossa coleção de conquistas. 
Na sombra daquela árvore 
Posso refletir e pensar. 
Minha terra tem umbuzeiro 
Onde canta o carcará. 
Minha terra tem o descanso 
Que eu não encontro por cá 
Às vezes, sozinho, à noite 
Eu me deparo a pensar 
Minha terra tem umbuzeiro 
Onde canta o carcará 
Me permita oh, meu Deus, 
Que um dia eu volte pra lá. 


Ana Paula e Italo Daniel

sexta-feira, 28 de junho de 2019

AUTOBIOGRAFIA DE LUIZ EDUARDO

 A PROPOSTA INICIAL ERA PRODUZIR BIOGRAFIAS, MAS OS ALUNOS GOSTARAM DA POSSIBILIDADE DE FAZER AUTOBIOGRAFIAS, COLOCANDO SUAS PARTICULARIDADES. VAMOS LER E COMENTAR? 

Bem, para começo de conversa, me chamo Luiz Eduardo, mas me chamam só de Luiz. Sou uma pessoa calma, tenho 16 anos, apesar de que muitos não acham isso, pensam que sou mais novo, que eu tenho 14 e tal. Nasci em uma cidade chamada Dormentes, que fica no interior de Pernambuco em pleno sertão, localizada a 150 km de Petrolina, Vale do São Francisco. Embora passei boa parte de meus 16 anos morando no interior de Afrânio-PE. Tenho orgulho dessas terras queridas, onde acordava com o canto dos pássaros bem cedinho, tomava o café que meu pai fazia e saia para roça, para cuidar dos animais, isso claro quando não tinha aula. Na semana ia mais minha mãe para Dormentes estudar e ela ensinava seus queridos alunos. 
Já falei um pouco de minha historia, de como eu cresci e me criei na roça, mas não falei de minha família. Sou filho de Raimundo e Izaura, juntos eles tiveram mais dois filhos, além de mim, são meus irmãos Luiz Henrique e Luiz Ricardo, os dois mais velhos que eu, e quase não os vejo direto. 
Bem, tenho orgulho do meu pai que sempre viveu na roça cuidando com muito amor dos animais onde passa seca entra seca, mas está  fazendo de tudo, para não deixar falta comida nem para eles nem dentro de casa, me ensinou e me ensina muitas coisas na roça. Quando tenho alguma dúvida ou quero ajuda, procuro por ele. Além de agricultor e criador ele era produtor do melhor doce de leite de Afrânio, teve seu doce premiado duas vezes como o melhor na exposição de Afrânio. Por conta de problemas de saúde, resolveu deixar o doce um pouco de lado, coisa que fazia com muito carinho e que aprendeu com meu avô, habilidade que foi passado de família e ele fazia desde de pequeno até antes de casar. Depois resolveu ficar cuidando com carinho só da roça mesmo e dos animais. 
Minha mãe, meu porto seguro, quem me criou com muito carinho, quem me colocava no eixo quando fazia algo de errado, quem me ensinou a viver no mundo que hoje que tão diferente. Mamãe éprofessora concursada em Dormentes, ensina com muito carinho seus meninos, na minha infância ela foi minha professora por dois anos. Muitos diziam que era ruim, mas gostei, estudar com a própria mãe, ia e voltava com ela do sitio para escola da escola para o sitio, na hora dos castigos nem precisava contar para a mãe... 
Meu irmão mais velho, chamado Luiz Ricardo, tem hoje 24 anos, é casado e mora em Petrolina.  Gosto muito dele, fez parte de minha infância e faz parte de minha vida até hoje. 
O outro, chamado Luiz Henrique, tem 22 anos, gosto muito dele, brigávamos muito só que umas brigas sadias, mãe dizia que nós parecíamos gato e rato; “ Tom e Jerry”. Hoje em dia, vejo ele poucas vezes no ano, pois foi morar em Caruaru devido ao trabalho. 
Esse nome Luiz foi em homenagem ao nosso bisavô que tinha Luiz no começo do nome. Atualmente façoo o segundo ano do ensino médio e ao mesmo tempo o curso técnico no Instituto Federal do Sertão Pernambucano, Campus Petrolina-Zona rural. Estou gostando dessa nova experiência, fiz novas amizades e conheci novas pessoas, me dou bem nessa área, já que fui criado na roça, ao lado de minha família. 
Luiz Eduardo - Agropecuária

Produções Textuais de Gustavo Santos

  • Os textos produzidos pelos alunos me surpreendem porque eles são criativos e capazes de mostrar desempenho e sagacidade
    nas atividades que eu proponho em sala de aula.As 
    produções de Gustavo Santos tem a afetividade, por isso eu acredito que o leitor vai gostar de conhecer suas 
    produções


Meu doce sertão

 Meu sertão terra de ouro, 
Um vaqueiro cheio de couro, 
Corre sem ter desgosto, 
Com um sorriso no seu rosto. 

 Saudades da catinga, 
Onde tem aves de rapina, 
Tomava água da cacimba, 
Pensando numa menina. 

Hoje falo com dor, 
Quando vejo que meu amor, 
Foi embora e me deixou. 
Aí que saudades, do meu vigor. 

Assim como as águas vem, 
Elas também vão, 
Quando a chuva chega, 
O verde embeleza meu sertão. 


TEXTO 02: AUTOBIOGRAFIA
Gustavo e seu amor por cavalos


Saudades que tenho...

 Meu nome não é tão diferente, mas também não é tão popular. Me chamam de Gustavo, sem contar que tenho apenas 15 anos, embora quem me ver jura que tenho uns 18. Nasci no ano de 2003, no mês 10 e no dia 25. Moro em uma fazenda localizada em um dos projetos de fruticultura irrigada em Petrolina, Projeto Maria Tereza Km 25, mas na verdade eu sou bem do interior mesmo ou como as pessoas dizem por aqui “Do meio do mato”, mas na verdade eu amo poder dizer que venho do interior o canto dos pássaros, a natureza e, principalmente os cavalos, eu amo cavalos. 
 Meus pais se chamam Jersomide e Neli. Eles tiveram três filhos, eu, a minha irmã Ana e meu irmão Kaio. Entre nós três, sou o mais velho, em seguida tem meu irmão e, por fim veio minha irmã.  Sempre estudamos em escolas públicas e desde que minha irmã completou idade suficiente para estudar na escola grande, sempre estudamos no mesmo turno para poupar viagem para motorista do ônibus, já que moramos mais afastados da escola e também por conta que minha mãe sempre quis que ficássemos juntos, assim um toma conta do outro.
 Lá de onde eu venho, um povoadozinho pequeno conhecido como Atalho, todos que ali habitam se conhecem, um lugar tranquilo onda cada um tem seu pedacinho de terra e seus animais para cuidar.  A chuva só em tempo de inverno, sabe? No tempo em que não tem inverno, cada um dá seus pulinhos para cuidar de seus animais e ganhar dinheiro pra sua própria alimentação, meus avós, por exemplo, já tive, tenho e se Deus quiser irei ter mais experiências com eles.  Vejo a luta que sempre é para poder dar o que comer aos animais da roça e, nesse meio tempo que posso ficar com eles eu ajudo meu avô a cortar, queimar e relar mandacaru ou então até cortar maniçoba pra fazer farelo, mas sempre com um sorriso no rosto. Eu ajudei tanto meus avós paternos como meus avós maternos.
 Gosto da minha terra também pelo simples fato de haver cavalos, eu amo cavalos, tanto que meu sonho é poder possuir um só para mim, só que seja com meus esforços, meus trabalhos, pelo meu suor, assim posso trata-lo e não precisar me preocupar em depender de outra pessoa para alimentá-lo. Meus dois 'vô' são vaqueiros bem conhecidos na região e, por isso veio o afeto de também querer um dia ser vaqueiro como eles foram.  
Quando estou por lá eu tenho o privilégio de poder acompanhar meu avô por parte de mãe nas campeadas, já que meu outro avô por parte de pai já está com uma certa idade. Quem vê pensa que é coisa de doido, mas ao observar de longe não sabe a emoção e a adrenalina que é poder pegar um boi na caatinga em alta velocidade.
 Eu já fui uma criança muito teimosa, mas hoje eu não consigo ser o centro das atenções como eu era um dia e muito menos que alguém repare em mim. Prefiro ficar em silêncio e observar como as pessoas ao meu redor se comportam nesse novo mundo, pois, hoje em dia, nada mais presta como antigamente, acabaram as brincadeiras, festas, confiança, amor e respeito. Tudo está mudado e vai mudar mais ainda.
Em minha vida, tenho uma 'pecinha' chave, sem ela tudo parasse de funcionar em mim, meu cachorro, eu o amo tanto, tanto, tanto mesmo esse ser tão lindo que quando passo um dia sem vê-lo eu não consigo me segurar, penso que ele pode não voltar mais aqui para pertinho de mim. Passei por muitas coisas com ele, que nem eu mesmo posso acreditar. Só que por conta dos meus estudos eu tive que passar a vê-lo em 7 em 7 dias. No começo, foi muito ruim tanto para ele quanto para mim. 
Minha mãe me falava que meu cachorro não queria comer e não saia da frente da porta e isso me deixava muito triste, mas ao decorrer do tempo, ele se acostumou com esse intervalo sem nos vermos. Todas as vezes que chego da escola ele está na frente de casa me esperando, vai ver por isso eu amo tanto esse pequeno ser que na verdade é tão grande aqui dentro de mim. 
Atualmente, estudo em uma Instituição Federal, Instituto Federal Campus Petrolina Zona Rural que é uma escola técnica onde o ensino médio vai sendo cursado junto com uma profissionalização, no meu caso a Agropecuária que envolve animais, agroindústria e agricultura. 
Como gosto de poder cultivar e de cuidar dos animais, vejo isso como uma boa oportunidade na minha vida, pois eu conheci muitas pessoas, algumas boas e outras ruins, mas isso é normal nem ligo, apenas quero poder fazer o que eu mais gosto na vida. No meu primeiro ano eu só tirava nota baixa, mas agora no segundo ano eu parei para pensar que isso vai influenciar muito em minha vida e, por isso, eu compreendi que deveria melhorar e hoje vejo que melhorei bastante, e pretendo melhorar mais ainda.

TEXTOS de Gustavo Santos -  Agropecuária 

terça-feira, 25 de junho de 2019

MAGAIVER - AUTOBIOGRAFIA


MAGAIVER


Meu nome é Arthur Oliveira Soares, tenho 16 anos, sou da cidade de Barreiras- BA. Venho de uma família simples e humilde.

Desde 5 anos de idade, meus pais me falaram que eu sempre quis está ajudando, e que eu não conseguia ficar olhando uma pessoa trabalhando que eu queria ajudar; sempre fui muito curioso, meu pai sempre me levou pra ajudar no trabalho. Inclusive aos 10 anos de idade meu pai teve que me ensinar a dirigir o trator dele porque ele tinha que lavar o trator para a fazenda e tinha que voltar de carro.
Com isso, pai aproveitou e me ensinou a dirigir carro e moto.

Sempre fui muito curioso na parte de mecânica e elétrica; meus pais me davam uns carrinhos de brinquedo e enquanto eu não desmontasse e montasse de novo eu não ficava quieto. Eu tenho Dom de inventar coisas, se não tiver peças eu mesmo faço, Daí vem o apelido de “Magaiver”, sempre dou um jeitinho nas coisas.

Arthur Oliveira
Aos 15 anos e idade vim morar em uma cidade muito linda que se chama Petrolina-PE; é  onde mora minha família paterna, Aqui foi onde meu apelido pegou de verdade, porque eu  dou um jeito de arrumar as coisas.