terça-feira, 16 de julho de 2019

2ª Parte das Produções Textuais: A Liberdade é Azul, filme francês


 A segunda parte da atividade após os alunos assistirem ao filme 'A LIBERDADE É AZUL' consistiu em escrever um texto, logo depois de ouvir uma música clássica orquestrada. Cada aluno deveria ficar em silêncio e sozinho para apreciar a audição e, em seguida, escrever o texto com reflexões sobre o TEMA: LIBERDADE. 



TEXTO 01: Liberdade  ( Sheila Santos- AGROINDÚSTRIA)

Comenta-se com frequência a respeito de que na sociedade a maioria das pessoas não têm liberdade, porém, devem-se lembrar que a responsabilidade faz parte da vida para ser livre. 

 Liberdade é um assunto bastante abrangente, pois todos são livres para ir e vir, fazer o que quiserem, pensar, falar desde que não prejudiquem outras pessoas. É muito bom sentir-se livre, entretanto, consciente de seus atos, ser livre é assumir a responsabilidade por cada momento de seu viver, cuidando de escolhas de maneira mais autêntica possível.

  Observa-se que a liberdade é um assunto tão amplo que, as pessoas as quais não são livres, ainda assim tem o direito de fazer suas escolhas. O  pensamento nunca será preso, por exemplo : uma pessoa que cometeu um crime, e por esse ato encontra-se preso, ela tem o direito de escolher se quer ou não falar sobre o ocorrido., ou seja, pessoas tem o pensamento livre.

 Em vista dos argumentos apresentados, todos são livres, mas por viverem em sociedade devem seguir regras para que haja harmonia entre os mesmos.Aqueles que não se enquadram nesse padrão, terminam sendo julgados pelas leis, seja do País, religião ou Cultura. 

SHEILA SANTOS - T 3126


TEXTO 02 - Roberto Matias - AGROINDÚSTRIA 

LIBERDADE



Ser livre é ser criativo e descobrir novas possibilidades. É aumentar a cada dia a sensação de vitalidade. É correr com a vida. É descobrir uma nova razão para viver. É voar além dos limites do horizonte imposto por convenções sociais.
Liberdade é estar em paz com você mesmo e ter aquela sensação íntima de prazer e bem estar que só sentimos quando alcançamos a sintonia entre nossos valores, nossos desejos, nossos comportamentos e nossas atitudes.
 Liberdade é poder fazer o que gosto, coisas que não prejudicam os outros; poder conversar, ser escutado e compreendido; poder concordar ou discordar, sem que alguém me oprima ou me olhe com ódio, por ir contra a ideia dela.
Liberdade é poder andar, cantar, dançar, sorrir e chorar, ser um ser humano de carne, osso e espírito; é sorrir para a vida, sorrir para crianças, animais, plantas, natureza… é poder ficar triste, errar, desculpar, compreender, aprender e evoluir.
Liberdade é dizer meu nome e sobrenome, sonhar o quão alto eu quiser, poder imaginar, acreditar e realizar tudo o que estiver ao meu alcance; é tentar tudo o que eu quiser e mesmo se não der certo, ter a tranquilidade de ao menos pensar: “Eu tentei”, e isso é o que importa.
Liberdade é poder ir e vir, sem que alguém me impeça; é poder dar um presente ou um doce para alguém, só porque deu vontade e não porque tenho algum interesse; é puxar assunto, rir de uma piada, fazer uma nova amizade, impor limites para brincadeiras também e dar liberdade quando for o momento certo, é respeitar o outro e se respeitar.
Liberdade  é ter carinho, afeto, respeito e honestidade, é dizer a verdade, ser sincero, ser eu mesmo, é poder abraçar, beijar quem gosto e que permita tais atitudes.

Roberto Matias - Agroindústria - T 3126


CONTO POLICIAL - AUTORA PARK CLARA


Nesta narrativa, Park Clara (  Maria Clara) prende a atenção do leitor com um caso policial. Com um desfecho inesperado, acredito que vocês se surpreenderão com a pequena narrativa, ensaio para grandes histórias policiais. 
Profª. Antonise Aquino


Engasgado com a verdade 


Era um caso preocupante, por mais que metade do departamento acreditasse que aquele caso fosse de suicídio eu fazia parte daqueles que acreditavam que tinha sido homicídio. Era loucura, mesmo que as pequenas pistas que criariam uma teoria de homicídio haviam sido descartadas. Eu e meu companheiro de equipe John líamos mais uma vez o relatório. 
—Eu vou passar na casa dela mais uma vez!—Exclamei.—Tem que haver algo que não vimos. 
—Devíamos deixar isso pra lá Caleb, mas já que você insiste. —Ele deu de ombros e saiu pela porta. 
Peguei o relatório e fui para meu carro. A casa da vítima não ficava muito longe do departamento de polícia. Após alguns minutos, estacionei o carro em frente a simples casa da falecida Caroliny Fields. Por mais que não quiséssemos aquele era um caso que não saia do lugar, sempre voltávamos ao mesmo ponto e eu estava decidido a acabar com isso. 
Ao entrar naquela casa vazia um frio me subiu à espinha e por um segundo eu só queria sair daquele lugar, balancei a cabeça para espantar tais pensamentos e andei até a cena do crime. Observei cada canto daquele quarto e nada.  Quando eu estava prestes a sair, notei um pequeno ponto vermelho surgir de um dos olhos de um bicho de pelúcia velho que se encontrava em cima da cômoda, rasguei-o e encontrei uma pequena câmera. 
Aquela era a prova que eu precisava a qual eu poderia provar que aquilo era um homicídio, liguei para o meu companheiroavisando-o sobre a câmera e marcando um lugar para nos encontrar. 
Assim que cheguei em casa, liguei o meu notebook e dei um jeito de conectar a pequena câmera. Ao assistir aquele vídeo, meus olhos se esbugalharam e eu quase caí da cadeira: era John! Ele havia matado Caroliny tinha um caso com a vítima.  Não se sabia o motivo pelo qual ele havia matado. Talvez ciúmes dela. 
Quando eu iria pegar meu celular para ligar para o departamento, algo bateu em minha cabeça e eu apaguei. Acordei atordoado e ao abrir meus olhos vi a figura de John com uma pá, jogando areia em cima do meu corpo. 
Era o fim...aos poucos a areia invadiu meu campo de visão e depois invadiu as minhas narinas e naquele momento eu senti que tudo havia acabado Estava sendo enterrado vivo com a verdade de que meu fiel companheiro era um assassino. 

PARK CLARA  - Aluna de Agropecuária - Turma 4115 

segunda-feira, 15 de julho de 2019

ASPECTOS AVALIADOS NOS TEXTOS DOS ALUNOS - Para estudo e reflexão

A VISÃO DA ESCRITA COMO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO



De acordo com a visão de escrita como processo ( OLIVEIRA, 2010), o objetivo da avaliação de redações de alunos pelo professor é ajudá-los a tomar consciência do que estão fazendo adequadamente e do que precisam melhorar. Como é processual, o professor irá ler e reler os textos de seus estudantes, comentá-los e sugerir alterações. Segundo Oliveira (2010,p.167), o professor deve avaliar os seguintes aspectos nos textos escritos por seus alunos:

     1)     A COERÊNCIA TEMÁTICA ( o texto deve abordar aquilo a que se propõe);
     2)        A CONTINUIDADE TEMÁTICA GLOBAL ( o texto não deve apresentar fugas do tema);
  3)  CONTINUIDADE TEMÁTICA POR PARÁGRAFOS ( cada parágrafo do texto deve desenvolver apenas uma ideia-controle); 
  4)  USO ADEQUADO DOS MECANISMOS DE COESÃO (as conjunções devem estar semanticamente adequadas, assim como as referências estabelecidas pelos pronomes devem estar claras);

        5) USO ADEQUADO DO VOCABULÁRIO ( as palavras escolhidas devem ser apropriadas tanto ao gênero textual escrito quanto ao leitor a que se dirige);

        6) ADEQUAÇÃO DA MECÂNICA LINGUÍSTICA ( de acordo com o gênero textual, o texto deve conter a necessária correção de ortografia, acentuação, pontuação e concordância).
          
            Referência: OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber - a teoria na prática. São Paulo: Parábola Editorial, 2010.





PARÁFRASE DA CANÇÃO DO EXÍLIO - Maria Júlia


   Canção do Exílio
                                                             (PARÁFRASE)


Minha terra tem juazeiros,
Onde canta o bem-te-vi;
As aves que lá gorjeiam
não gorjeiam como aqui.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossos baixios têm mais mangueiras,
Nossas roças tem mais milhos,
Nossas vidas mais lindezas.


Em cismar, sozinho à tardinha,
Mais prazer encontro no meu Piauí;
Minha terra tem juazeiros,
Onde canta o bem-te-vi.


Minha terra tem alegrias,
Que tais não encontro eu aqui;
Em cismar sozinho, à tardinha
Mais prazer encontro no meu Piauí;
Minha terra tem juazeiro,
Onde canta o bem-te-vi.
Não permita Deus que um dia eu morra,
Sem visitar meu Piauí.


Maria Júlia de Jesus Silva
T- 4115

A JOVEM RAYLANE





 AUTOBIOGRAFIA DE RAYLANE LIMA

Meu nome é Raylane Patricia de Souza Lima, tenho 16 anos. Nasci na cidade 
de Juazeiro-BA, venho de uma família humilde.
Desde os meus 7 anos de idade que o meu sonho era ser professora, tinha um 
espaço na minha casa que eu reunia algumas crianças da rua e dava um pequena aula, tirava xerox de várias atividades e dava para eles resolverem.
Mas com um tempo mudei e vi que essa profissão não era muito a minha praia.
 Comecei a pensar em uma faculdade de direito, mas daqui pra frente irei me certificar se é isso que quero pra mim.
Tive minha festa de 15 anos e isso foi um sonho para todas as meninas. Foi muito divertido, dois dias de festa, e lá eu reuni as pessoas que eu mais considerava.
Após alguns dias, comecei a estudar no Instituto Federal Petrolina Zona Rural
Gosto muito da escola onde estudo, lá fiz novas amizades. Confesso que foi difícil 
me acostumar, mas aos pouco, fui arrumando novos amigos  e hoje gosto de 
estudar lá.
Conheci uma menina que se chama Francivânia. Hoje ela é uma irmã, é o meu laço de confiança, quando estou triste sei a quem procurar, e para minha mãe ela é uma filha, toda consideração do mundo minha mãe tem a ela. 

Festa de 15 anos


Raylane com a amiga Francivânia